CICLONE-BOMBA: Cidades do Litoral Norte do RS registram estragos e feridos

8/8/20262 min read

A passagem de uma severa linha de instabilidade associada a um ciclone-bomba causou destelhamentos, quedas de árvores e falta de energia elétrica em diversas cidades do Litoral Norte gaúcho. O balanço emitido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul aponta que a região foi fortemente castigada pelas rajadas de vento, que em âmbito estadual chegaram a atingir médias de 120 km/h.

Segundo informações compiladas pela Metrópoles nas redes sociais junto aos órgãos de resposta, as principais ocorrências na região litorânea concentram-se no impacto à infraestrutura urbana e no atendimento a feridos.

Municípios afetados no Litoral Norte

· Osório: Registrou uma pessoa ferida em decorrência dos efeitos diretos da tempestade, além de danos estruturais na rede elétrica e queda de árvores.

· Tramandaí: Reportou postes derrubados pela força do vento, pontos com acúmulo de sujeira nas vias e interrupção no fornecimento de energia elétrica em diversos bairros.

· Arroio do Sal: Informou problemas na rede elétrica, destelhamentos pontuais e dificuldades de mobilidade urbana em razão de galhos caídos.

· Maquiné: Registrou bloqueios parciais e obstruções em estradas devido à queda de vegetação e pequenos deslizamentos de terra.


Panorama Geral no Estado

Em todo o Rio Grande do Sul, o balanço atualizado da Defesa Civil gaúcha aponta para uma vítima fatal (em Montenegro) e pelo menos cinco feridos. Mais de 2.300 pessoas ficaram desalojadas no território estadual devido à gravidade dos ventos, que também provocaram o destelhamento de hospitais e presídios em outras regiões. No pico do evento climático, cerca de 250 mil clientes ficaram sem luz no RS.

Recomendações e Alertas

O órgão estadual de proteção reforça que a população deve continuar atenta às atualizações meteorológicas e evitar áreas com árvores de grande porte ou fiação elétrica fragilizada.

Em caso de emergência ou necessidade de lonas para cobertura de telhados danificados, os moradores devem acionar o Corpo de Bombeiros (193), a Brigada Militar (190) ou a Defesa Civil do seu respectivo município.

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